Pede, Moleque!! Virou doce…

ImagemTenho notado ultimamente o poder do chocolate na atração de olhares aqui para a Casa da Dinha. Apesar disso, minha meta deste mês e falar tudo sobre Festa Junina, e portanto amigo chocolate, espera os posts da noite. De dia só doces de Festa Junina tem vez!

Sendo assim, o prato escolhido do momento é o Pé de Moleque. Aquele bem suculento, com leite condensado, docinho docinho, sabe? Ele mesmo! Vamos à receita?

Coloque numa panela 500 grs de amendoim cru – alguns lugares dizem para fazer com ele sem casca. Mas aqui em casa o povo nem liga muito, e colocamos com casca mesmo. Dá uma corzinha legal no produto final! Acrescente 1 xícara de açúcar e coloque no fogo. Mexa até caramelizar. Feito isso, acrescente 1 lata de leite condensado e mexa até começar desgrudar do fundo da panela – esse processo cansa, ta? E lembre que, quanto mais amendoim e açúcar colocar, mais pesado será o seu trabalho. Em seguida despeje em uma forma untada com manteiga. Deixe esfriar um pouco e corte em quadradinhos! Tá feito!! Faz aí e compartilha com a gente, ta?

 ImagemVocê sabe por que, Pé de Moleque?

Existem algumas possibilidades de origem, como tudo que é curioso e histórico, mas a que mais gosto, quem me contou foi o meu historiador particular e namorado nas horas vagas. Em nosso Brasil antigo, quanto era muito comum doceiras venderem seus produtos nas ruas, eram comuns furtos de crianças ‘lombrigadas’ por doces. Então, para não mais serem importunadas por esses inconvenientes, diziam: Pede moleque! Exatamente, do verbo PEDIR! Mas, como bons brasileiros que somos, transformamos o antigo “quebra-queixo” em “pé-de-moleque”.

Historinha

ImagemO pé de moleque surgiu em meados do século XVI com a chegada da cana-de-açúcar à Capitania de São Vicente, trazida pelo navegante Martim Afonso de Sousa. O pé de moleque é extremamente popular no Brasil. A cidade de Piranguinho no sul do estado de Minas Gerais é famosa pela produção artesanal do tradicional pé de moleque mineiro, a qual tem como lema ser a capital nacional do pé de moleque. Nas regiões sul e sudeste do Brasil, o pé de moleque é um doce bastante relacionado às culturas caipiras. Na região Nordeste do Brasil, em estados como Pernambuco e Alagoas, o pé de moleque se transforma em bolo, fazendo a alegria da garotada nas Festas Junina.

 

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O fantástico mundo das Cookies

As cookies voltaram a me envolver essa semana, e dessa vez não apenas como degustadora. Minha amiga Marlene me chamou até sua casa para me apresentar o mundo encantado das suas Wonder Cookies! Ela me fez colocar as mãos na massa, literalmente, mas no fim da história, achei bem mais legal brincar de desenhar nelas, e depois comer, do que verdadeiramente fazê-las. Mas eu explico: é muito trabalhoso. Logicamente, é um aprendizado e tanto. E ver aquele mundo de possibilidades bem na minha frente é uma alegria e tanto. Mas preciso ser sincera e dizer que eu não levo muito jeito pra isso.

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O gosto tá ótimo, porque foi a Marlene que me orientou. Mas, que tal a minha arte?

Se você leva, aproveita, porque eu conheço um mundo de gente apaixonado por cookies de todos os tipos, de canela, de chocolate, de menta, de gengibre, de limão… E em todas elas podemos acrescentar ou trocar itens da receita por itens saudáveis como açúcar orgânico ou mascavo, farinha de banana verde, aveia, linhaça, nozes, amêndoas. Como eu disse acima, um mundo de possibilidades.

Como eu mais me diverti ontem do que realmente quis me profissionalizar no assunto, acabei não decorando a receita. Porém, eu quero aqui propor umas mudanças na receita original. Que tal criarmos algumas possibilidades? Você poderia tentar aí e me dizer o que achou? Eu farei o mesmo aqui em casa e aí comento como ficou.

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Sonho realizado. Fiz um boneco de Natal grandão! tipo, maior de 15 cm!

 Vamos lá:

Ligue o forno e deixe-o aquecer!

 Enquanto isso, bater bem na batedeira:

125 g de manteiga sem sal em temperatura ambiente (será que rola light? E margarina? Alguém pode nos acudir???)

½ xícara de açúcar mascavo ou orgânico (será que vai adoçar mais do que o açúcar normal? Bom, tem que tentar… a receita dizia ¾ de açúcar normal…)

2 col. (sobremesa) de canela (eu que inventei, pode tirar se quiser)

1 col. (chá) de essência de baunilha

 Depois de homogênea, acrescentar 1 ovo caipira e tornar a bater bem.

 Na mão ou na batedeira planetária, coloque devagar 3/4 xícara de farinha de trigo + ½ xícara de farinha de trigo integral + ½ xícara de farinha de banana verde e salpique nozes moídas. Por último, adicionar 1 colher (chá) de fermento em pó.

Deixar a massa bem homogênea.

Feito isso, você pode colocar um pouco na geladeira, para ficar firminha e cortar com cortador OU fazer suas bolinhas, rolinhos, e o que mais quiser antes de assar. Pode assar no forno pré-aquecido por +/- 20 minutos, em +/- 200 graus. Tudo aqui é +/- porque vai depender do quão poderoso é o seu forno. Aqui em casa eu deixo a luz acesa de dentro do forno e grudo nele. Afinal, cada caso é um caso, né?!

 Segundo minha amiga, a gênia das cookies, o jeito de abrir a massa é o que define como ficará a sua bolacha. Se deixar a massa muito fina, a chance dela quebrar é enorme. Se ficar muito grossa, ficará mais macia do que crocante… Então, só fazendo pra descobrir o seu gosto. Eu, por ora, continuo pedindo pra minha amiga, que além de fazer bolachas deliciosas, personaliza do jeitinho que a gente quer, com chocolate, pasta americana, glacê real, e com infinidade de cores. Pede também! 

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Cookies feitas e decoradas pela minha amiga Marlene. Não é uma fofurice??