Descobertas gastronômicas – Café 11.16 Le Jolie

Essa semana fiz uma série de descobertas gastronômicas – o meu tipo de descobertas favorito, diga-se de passagem! Na segunda-feira conheci a Julice Boulangere e a Le Pain Quotidien, padarias maravilhosas em São Paulo, ambas em Pinheiros. Na terça-feira foi dia de almoçar e conhecer o Café 11.16 Le Jolie, que ganhou meu coração e por isso resolvi fazer esse post sobre eles. Na quarta-feira jantei no Kibo Sushi, no Itaim Bibi, e tive ótima experiência, apesar de não ter nenhum diferencial a ser postado – a não ser pelo atendimento que foi bem bom e é item raro no comércio hoje em dia. E na quinta-feira, para fechar a semana (porque hoje estou reclusa escrevendo pra você!) estive novamente no Le Manjue Organique, que sim, merece um post a parte e farei isso logo mais.

Hoje porém, como o título mesmo já diz, falarei do Café 11.16 Le Jolie, e por que? Porque eu adorei o local, adorei a comida, adorei a dona, adorei o atendimento, adorei o banheiro e adorei tudo. Sim, até o banheiro eu amei! Porque ele é fofo, bem arrumadinho, com aromatizador de ambiente no espaço, cheio de pastilhas nas paredes e cores maravilhosas. Amo banheiro de restaurante e sou muito chegada a criatividade nesses lugares. Aliássss, pípol de plantão, se você tem um comércio, invista em seu banheiro. Pense bem: sempre que alguém vai ao banheiro, ela tem pelo menos alguns segundos de ociosidade e o que você comunicar a eles nesse momento, será bem gravado em sua mente. Então aproveite a oportunidade e mande sua mensagem.

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Lá, conheci a Letícia Checchia, a chef responsável pelo Café 11.16 e pela Le Jolie Doces. É dela a autoria dos doces maravilhosos da Le Jolie (e do sócio dela, que ainda não conheci) e acredito eu, dos pratos disponíveis no Café. (Sabe que isso eu não perguntei! Mas vou descobrir, e se não for dela, eu corrijo aqui…). Comi um crepe (indicação dela) de queijo brie com rosbife e geleia de pimenta acompanhado de uma saladona de alface e cenoura com um molhinho que creio ser de mostarda com algo adocicado. Uma delícia! Nunca imaginei gostar tanto de tal combinação. No menu ainda constavam outros crepes, saladas lindas, omeletes com diversos recheios, quiches e lanches. Ou seja, cardápio cheio de opções a la café, e que nos permite ter uma alimentação leve e saudável, durante todo o dia. Anta que fui, esqueci de fotografar o meu prato, que juro, merecia ser registrado.

Além da simpatia da Letícia, dona do local, o charme do local me conquistou. Tem área aberta, perfeita para os dias quentes de primavera e verão que estão chegando, tem área fechada climatizada, se essa for a sua preferência, tem doces maravilhosos da Le Jolie e agora para o fim do ano, promete muitos quitutes natalinos adocicados. Conheça um pouquinho do espaço:

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Cozinha aparente e balcão de atendimento, para você ver o preparo da comida e bebida que te será servido!Image

Balcão “mara” de doces Le Jolie, para você se deliciar no Café.Image

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Escada de acesso ao Café. Você entra pela loja 11.16 e desce a escada para o antro de maravilhas gastronômicas.Image

O Café 11.16 Le Jolie fica em Campinas, no fofíssimo bairro Cambuí, na Rua Emílio Ribas, 1058.

 

Cookies Especiais da Casa da Dinha

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Hoje nós tivemos uma manhã agitada, e muito gostosa, na Casa da Dinha. Me juntei a uma grande amiga e “Cookieira” profissional para desenvolver um mascotinho da Casa da Dinha, as nossas leiteirinhas de Cookie. Apesar desse espaço não ter sido criado com esse objetivo, desde a concepção da Casa da Dinha, pensávamos em ter um produto que fosse a ‘cara’ do projeto e ele nasceu hoje! São cookies no formato da Casa da Dinha, que podem ser individuais em saquinhos laceados lindos, ou coletivas, em leiteirinhas a serem usadas como item de decoração em casa. O objetivo delas é dar ainda mais significância ao tema do nosso blog, uma vez que a Dinha foi a maior doceira da cidade AND é minha bisavó.

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As Cookies da Casa da Dinha podem ser usadas como presente para os amigos queridos ou para nós mesmos. O mais gostoso delas é a sensação de carinho e aconchego sentidos por quem as degusta. Aquece tudo por dentro, e deixa um gostinho de quero mais. Nós vamos fazer um sorteio, daqui alguns dia, de uma leiteirinha amarela, igual a essa da foto, para os seguidores do Blog Casa da Dinha no Facebook. Para participar, acesse facebook.com/blogcasadadinha e curta a nossa página. Além de estar apto a ganhar essa lembrancinha linda da Casa da Dinha, você receberá sempre informações e dicas daqui da Casa…

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Assim como a minha amiga Cookieira criou as cookies especiais da Casa 

da Dinha para nossa Casa, ela pode criar a sua ou do seu negócio. Acho tão gentil receber pessoas com um cartão de boas vindas docinho docinho. No mundo de hoje, com tudo digital, ninguém mais guarda cartões. Armazenam os contatos e jogam fora o papel. S

e em vez de papel, for uma cookie, além de linda, não haverá desperdício de papel, será 

sustentável, e contribuirá com o bom humor de quem recebe. Super ideia, hein? Aproveita e faça a sua também. 

Festa Caipira não precisa ser só Junina

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Estamos no mês de Junho e todo blog que se preze fala de festas juninas. Festa Junina, para mim, sempre foi motivo de alegria. Primeiro porque eu amo dançar, e nas escolas que estudei montávamos coreografias, fosse de quadrilha, fosse outro ritmo. Os dias antecedentes à festa, saíamos às ruas da cidade arrecadando prendas a serem distribuídas nas brincadeiras, e a classe que mais arrecadasse, ganhava prêmio. Nos dias de montagem da festa, então, nem se fale. Só o fato de não ter aula, propriamente, já me alegrava muito. Mas os ensaios também me faziam feliz e o portão aberto, de fundo com a feira, realizada toda quarta-feira no mesmo lugar, me fazia a gulosa mais feliz do pedaço – com meu pastel quentinho.

Crescida, continuo apaixonada por Festa Junina, incluindo ainda as quermesses dessa época. Viver no interior tem dessas. A gente sempre sabe onde o Santo do dia é comemorado com pastel, vinho quente, milho verde, cachorro quente e docinhos. Pensando nisso, resolvi compartilhar com vocês tudo que envolve uma festa junina. História, comida, quadrilha, trajes típicos, decoração, correio elegante… Mas claro, tudo num post só não vai dar. Então por hoje eu deixo um gostinho de quero mais, na promessa de voltar aqui com as famosas receitas de pé de moleque, doce de abóbora e arroz doce da família. Mas para não deixar só vontade, divido com você uma receita de paçoca de copinho, para comer de colher – e ajoelhado!

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Paçoca em formato de amor, pra quem ama Festa Junina.

 

Paçoca de Colher:

Coloque 3 latas de leite condensado e 2 gemas de ovo numa panela e mexa até esquentar. Quente, acrescente 400 grs de amendoim sem sal e sem pele triturado e mantenha 100 grs para a decoração deles. Quando começar a ferver, desligue o fogo e acrescente 1 lata de creme de leite.

Está pronto o doce que vai adoçar sua Festa Junina. Agora é só colocar nos copinhos, enquanto quente para ser mais fácil de mexer, e decorar com o amendoim que sobrou. Ai… estou até salivando! Faz e me conta.

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Paçoca de Colher, para adoçar a nossa Festa Junina.

O AMOR começa pela boca

A Casa da Dinha acordou movimentada hoje. Mas também, pudera. O dia de ontem entrou para a história do nosso país, e Deus queira, ilustre páginas de livros de história do Brasil dos nossos filhos. A bisa Dinha sobreviveu às duas grandes guerras mundiais, viu a crise de 29 matando muita gente, sobreviveu a ditadura e pode me contar todas as suas lembranças sobre esses momentos. A filha dela, minha avó, sobreviveu a segunda grande guerra, a ditadura e a um marido fissurado por política, na década de 60! Minha mãe, além de viver a ditadura, viu o movimento pelas Diretas Já! e o Impeachment do Presidente Collor. Eu, até ontem, só havia assistido a movimentação pela eleição do Collor e posteriormente o impeachment dele, mesmo sendo pequenina – 9 anos, talvez. É bonito ver o espírito de luta e democracia ainda perdurar na alma desse povo brasileiro, por mim tanto amado.

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Foto: Repórter Iedo Ferreira. Manifestação em SP ontem.

Política, porém, não é o tema deste blog e não pretendo me estender nesse assunto. Inclusive por termos blogueiros muito mais engajados e afinados no tema do que eu. Apesar de apoiar toda forma de amor, eu ainda prefiro amar pela gastronomia, e é isso que vim fazer aqui.

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Churros do Edu Guedes frito. Quero ver qual será a cara deles assados!

Fui acordada hoje, literalmente, por uma receita de churros do Edu Guedes. Pois é, na Casa da Dinha tem gente acordando cedo e ligando a tevê no programa do moço. A receita me chamou a atenção pela quantidade de água que vai nela. Juro, nunca vi receita com tanta água assim! Mas deve dar certo, porque o homem já fez esse churros umas três vezes ao vivo no programa. A receita é assim:

Em uma panela, coloque:

1 ½ xícara (chá) de água

2 colheres (sobremesa) de manteiga

2 colheres (sobremesa) de açúcar

1 pitada de sal

E deixe ferver…

Acrescente 2 xícaras (chá) de farinha de trigo aos poucos e, sem parar de mexer, deixe cozinhar por cerca de 5 a 10 minutos até que a massa fique homogênea e solte do fundo da panela. Deixe esfriar. Coloque a massa em um saco de confeiteiro com um bico com ranhuras e molde no formato desejado. Se você não possui um saco de confeiteiro, modele o churros com as próprias mãos. Frite a massa no óleo quente até que fique dourado e crocante. Em seguida, retire o excesso de óleo e empane no açúcar com canela. Coma com doce de leite ou com o que quiser! Nutela deve ser bom também, né?!

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Edu, querido, na cozinha…

Como aqui na Casa da Dinha ninguém pode se dar ao luxo de comer muita fritura, resolvemos tentar a receita assada. Espero dar certo. Vou inclusive usar a Farinha de Banana Verde junto ao Trigo (50-50), e açúcar magro ou mascavo. Contarei tudo num próximo post.

O Edu sugere comer com chocolate quente. Eu ainda fico com o doce de leite, portanto sugiro cozinha uma lata de leite condensado (na panela de pressão, depois do início do assobio, deixa por uns 20 minutos, para ficar mais molinho) ou comprar doce de leite mesmo, tipo Aviação, sabe?

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Hummm… churros com café a tarde cai muito bem, não?

Faz aí e me conta. Se você não ficar enjoado de doce volto aqui hoje ainda para falar da minha maravilhosa palha italiana. Que conquistou coraçõezinhos semana passada!

My first cake, all by myself

Conhecida por meu gosto em comer bem, nunca fui referência em saber cozinhar com destreza. Até ontem. Porque hoje minha vida mudou. E a causa dessa mudança é a própria que vos escreve. Chega de depender dos outros para comer o que eu quero comer, e mais, chega de terceirizar praqueles com jeito pra coisa, algo que eu também posso fazer. Foi após esse basta que fiz meu primeiro bolo todinho por mim mesma – inclusive a receita!

Estou numa fase – com fé em Deus duração ilimitada – de comer bem, comida de verdade, ser saudável pra ser feliz, sabe? Nessa, e após visita animada a nutricionista, passei e por a mão na massa e fazer os alimentos que tenho vontade de comer. Depois de minha febre pela biomassa de banana verde, não facilmente encontrada, me rendi à farinha de banana verde, essa sim encontrada em qualquer loja de produto natural. E com ela, resolvi ser feliz. Eu amo “bakeds” em geral, por tanto resolvi parar com as tentativas de excluí-los de minha vida. Acho mais pertinente, e de mais fácil sucesso, transformá-los em alimentos funcionais e não tão danosos assim e então ser feliz com eles!

E foi o que fiz. Hoje acordei com uma vontade danada (de mandar flores ao delegado) de bolo de banana com nozes e para tanto, busquei alguma receita orientadora na internet. A informação sobre como usar a farinha de banana verde eu já tinha recebido com a nutricionista e, portanto só me restava a experiência. A receita dizia para eu colocar três bananas, três ovos, canela a gosto, ¾ de óleo, 2 xícaras de açúcar no liquidificador, bater bem, e depois, num recipiente colocar a pasta e acrescentar uma banana picadinha, nozes picadinha, 2 xícaras de trigo peneiradas e por último o fermento em pó. Com a massa homogênea, colocar tudo na assadeira e 40 minutos depois, BINGO! Mas não foi o que eu fiz…

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Meu bolo lindo, apesar de não tão belo assim, saído do forno!

E eu só vou contar aqui tudo que fiz, porque deu muito certo! O bolo ficou macio, úmido, doce na medida, saboroso, bem assadinho, de provocar calor até aos corações mais gelados. Até mammys que não é fã de bolo precisou se afastar dele para não acabar com a assadeira todinha na hora do almoço. Pois tome nota, porque a receita agora vai pra valer!!

– No liquidificador, coloque os ingrediente abaixo e bata bem, até ficar homogêneo:

3 bananas (picadas, ta!),

3 ovos (inteiros, de preferência caipira),

 ½ xícara (chá) de óleo de Canola,

1/3 xícara (chá) de açúcar light (Não é adoçante, ta?)

Canela a gosto – no meu gosto, umas 3 colheres de sopa!

Feito isso, coloquei tudo num recipiente e acrescentei nessa ordem e lentamente:

– 1 xícara (chá) de trigo branca, peneirada

– ½ xícara (chá) de trigo integral, peneirada

– ½ xícara (chá) de farinha de banana verde, advinha? Peneirada…

– 1 colher (sopa) de fermento em pó.

Depois de tudo muito bem misturado, coloquei na minha linda assadeira redondinha com teflon e coloquei no forno, pré-aquecido, para assar por exatos 36 minutos, em 200 graus (Celsius). Ficou lindo, cheiroso, gostoso, e provocou um aroma tremendamente bom para a cozinha. Quando tirei do forno, bem quentinho, polvilhei açúcar e canela, com muito mais canela do que açúcar e pronto. Lá estava ele, pronto para ser devorado no chá da tarde da Casa da Dinha! Vale dizer que as visitas adoraram… e quem provou, aprovou com louvor! Vem você também tomar chá na Casa da Dinha. Prometo um bolo bem delicioso e funcional pra você também!! 

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Devoramento de Bolo, AVANTE! Delícia de Banana e Nozes, com Farinha de Banana Verde e Trigo Integral. Aunnnnn….